Medical Express

ISSN (print): 2318-8111

ISSN (online): 2358-0429

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How to cite


 

Santos-Silva PR, Greve JMD, Pedrinelli A. Running economy in elite soccer and futsal players: differences among positions on the field. MEDICALEXPRESS 2016;0(0):M160002 http://www.dx.doi.org/

 

ORIGINAL RESEARCH

Running economy in elite soccer and futsal players: differences among positions on the field

Paulo Roberto Santos-Silva; Júlia Maria D´Andrea Greve; André Pedrinelli

Abstract

OBJECTIVE: To determine running economy in a large sample of elite soccer and futsal players to obtain benchmarks in different positions.
METHODS: Running Economy is the energy demand at a submaximal running velocity. Players were divided into 6 subgroups. Soccer: defenders, midfielders, and strikers; futsal: defenders, wingers, and pivots. Elite soccer players (n=129) and elite futsal players n=72 performed an incremental running test starting at 8.4 km.h-1 with increments of 1.2 km.h-1 every two minutes on a treadmill until exhaustion. Running Economy was determined by interpolation between ventilatory thresholds 1 and 2 (VT1 and VT2).
RESULTS: Running Economy (measured as mL.kg-1.km-1) was compared between the playing positions in the two team sports. In soccer, running economy was 222.7 (defenders), 227.0 (midfielders), and 219.8 (strikers) mL.kg-1.km-1, respectively. In futsal, the corresponding values were 198.5 (defenders), 196.9 (wingers), and 190.5 (pivots) mL.kg-1.km-1, respectively. We no found significantly differences between the three positions in both sports. The Running Economy of futsal players was 12.5% better than that of soccer players. Running Economy correlated positively with oxygen uptake at VT2 in both sports and in all positions.
CONCLUSION: Futsal players exhibited better Running Economy than soccer players; this should be considered as a factor in the athlete’s training plan.

Keywords: maximal oxygen uptake, ventilatory threshold, oxygen cost, aerobic performance, intermittent exercise.

Resumo

OBJETIVO: Determinar a Economia de Corrida numa grande amostra de jogadores de futebol e futsal de elite em diferentes posições do campo.
METODOS: Os jogadores foram subdivididos em três subgrupos: futebol (jogadores de defesa, meio-campistas e atacantes) e futsal (jogadores de defesa, alas e pivôs). Foram 129 jogadores de futebol e 72 jogadores de futsal, que competem nas respectivas primeiras divisões do Brasil. Os jogadores foram submetidos a teste de esforço em esteira (8,4 km-1.h+1,2km-1.h a cada dois minutos) até a exaustão. Consumo máximo de oxigênio, limiares ventilatórios e Economia de Corrida foram registrados por análise de troca gasosa respiratória. A Economia de Corrida foi determinada por interpolação utilizando as velocidades dos limiares ventilatórios 1 e 2 e o consume de oxigênio nas duas velocidades.
RESULTADOS: Os valores de Economia de Corrida entre as posições nos dois esportes foram os seguintes: Futebol, jogadores de defesa (222,7±16,7mL.kg-1.km-1), meio-campistas (227±19,9mL.kg-1.km-1), e atacantes (219,8±17,2mL.kg-1.km-1). Futsal, jogadores de defesa (198,5±10,8mL.kg-1.km-1), alas (196,9±16,2mL.kg-1.km-1), e pivôs (190,5±11,8mL.kg-1.km-1). Não foram encontradas diferenças significativas entre as três posições em ambos os esportes. A Economia de Corrida dos jogadores de futsal foi 12,5% melhor do que dos jogadores de futebol. Neste estudo, os jogadores da posição pivô no futsal tiveram os melhores valores de Economia de Corrida (custo de oxigênio mais baixo). Embora o consumo máximo de oxigênio (VO2max) e o limiar ventilatório 2 (LV2) fosse maior nos jogadores de futebol, a Economia de Consumo foi pior. Esta correlacionou-se positivamente com o VO2 no LV2 em ambos os esportes e em todas as posições
CONCLUSÃO: Futsal tem melhor Economia de Consumo do que futebol. O presente estudo aponta a importância dos índices Economia de Consumo no plano de treinamento físico dos atletas.

Palavras-chave: consumo máximo de oxigênio, limiar ventilatório, custo de oxigênio, desempenho aeróbio, exercício intermitente